30/10/2012


Você lembra do caso Daniela Perez? Certamente sim, se não lembra já deve ter ouvido falar sobre o comovente caso que abalou o Brasil, o brutal assassinato da filha da autora Glória Perez.
Pois é, em um país de corruptos e bandidos soltos por aí, não poderia ser diferente, os assassinos de Daniela, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz estão soltos, vivendo a vida como se nada tivesse ocorrido, tudo graças à justiça brasileira, afinal, no Brasil, há justiça?
O assassino(Guilherme de Pádua) condenado a 18 anos de prisão, mas cumpriu apenas 6 anos de prisão

 E a assassina(Paula Thomaz) foi condenada a 19 anos e meio, mas como você vê na foto abaixo, foi solta  após cumprir apenas 6 anos também.

Mas como será que esses monstros estão hoje e o que fazem, é o que a revista Isto É revelou, hoje Paula não é mais Paula Thomaz, hoje ela é Paula Nogueira Peixoto, a assassina mudou de nome, e não está mais morena, e sim, loira, como você pode ver na foto abaixo, e mais, casou-se com o advogado Sérgio Ricardo Rodrigues Peixoto tem 2 filhos, o atual marido adotou o filho dela com Guilherme e segundo o repórter da matéria, ela tem um olhar de medo, e também parece ter mudado sua postura, além de loira, está mais magra, mas acredite, ela tem uma vida de luxo, mora em um apartamento de 180 metros quadrado, com 4 quartos e suíte, o filho mais velho estuda em uma faculdade particular e o corte de cabelo dela custa em torno de R$ 130 reais e hoje ela está com 39 anos.



Guilherme de Pádua por sua vez, não mudou de nome, nem pintou os cabelos, mas virou evangélico, mora em MG, não fala com o filho Felipe, filho esse fruto de seu relacionamento com Paula Thomaz, o assassino segundo informações não quer ser reconhecido nas ruas, está casado novamente com uma mulher cujo nome é Paula Maia e trabalha no setor de tecnologia e informação da igreja em que frequenta e ainda, acredite se quiser, participa de projetos de proteção de animais, atualmente o assassino está com 43 anos. Olha a cara do assassino na foto abaixo para que você se por azar encontrá-lo poder reconhecê-lo.

Agora eu pergunto, há justiça no Brasil? Primeiro, eles não cumpriram nem a metade do que era para ser cumprido, segundo, estão soltos, imagina o que pode acontecer, dois bandidos estão soltos, sabe-se lá o que eles poderão ainda fazer, me desculpa "caros" assassinos Paula e Guilherme, mas não vai ser uma mudança de postura nem uma igreja que vai mudar o que vocês fizeram, uma vez assassino, assassino sempre será, para quem mata de forma fria e calculista, creio eu que não há perdão nenhum nesse mundo.
Nada justifica tirar a vida de uma pessoa, sem se quer dar a chance dela se defender, foram cruéis ao ponto de armar uma emboscada, foram frios, foram verdadeiros animais, sem querer ofender os animais, melhor dizendo vocês foram dois monstros.
E ainda um dos monstros participa de projetos em defesa dos animais, até parece que ele tem coração, olha só que o que o assassino  fala nos trechos abaixo retirado do jornal Folha:

"Fui uma espécie de exemplo de justiça superexposto pela mídia, em um país repleto de impunidade. A verdade é que fiz bobagens, mas sou inofensivo, e por isso as pessoas não têm medo de me agredir na rua. Já chegaram a me cuspir no rosto, em um shopping. Se eu fosse um bandido de verdade, um Marcola, você acha que alguém gritaria "Assassino!" para mim?"
Você viu, ele diz que fez bobagens,  agora matar uma pessoa é fazer bobagem, e ainda tem a cara de pau de dizer: "se eu fosse um bandido de verdade", ei, será que  você ainda não percebeu cara, você é um bandido de verdade.
Abaixo novos trechos retirado do Folha:
"Faço tudo para fugir de confusões. Corro de discussão", resume Guilherme. O advogado de Paula Thomaz, Carlos Eduardo Machado, diz que sua cliente não fala com a imprensa nem faz fotos, "para evitar mexer em uma ferida dolorosa para todos".

"Não paguei o que eles determinaram? Paguei. Tudo o que me mandaram na cadeia, eu obedeci. "Abaixa ali; levanta; abre os braços; deita no chão sem roupa." Só não morri porque ninguém teve a idéia de me mandar dar um tiro na cabeça."

"Olhei para uma torneira alta na cela e me passou pela cabeça amarrar ali a calça e me enforcar. Mas aí pensei nos meus pais: já tinha dado desgosto suficiente a eles", diz Guilherme
E porque não se matou? Na certa ele já sabia que a justiça no Brasil é boa, tão boa que não demorou muito para ele ser solto.



Repercussão na família.


A irmã mais velha, Simone, 50, conta que, desde o episódio fatídico, a família nunca mais foi a mesma: "Éramos pessoas comuns, sem tragédias em nossa história. Não conseguia identificar aquele monstro exposto na mídia com o irmão que conhecia desde que nasceu. Não tínhamos preparo para o bombardeio que se seguiu." Simone diz que, além do sofrimento óbvio, a família arcou com a "indescritível" repercussão.


"Quando me separei do meu marido, uma revista publicou que "a irmã de Guilherme de Pádua pegou o marido transando com a mãe dela". Um dia, a multidão de repórteres era tamanha na porta da casa do meu pai que precisei sair com ele, deprimido e dopado, na mala do carro", lembra.


No dia em que deixou a cadeia, Guilherme conseguiu fugir da imprensa e hospedou-se na casa de um amigo no Rio. Comprou uma passagem de avião para Belo Horizonte, mas só para despistar os repórteres. Viajou de carro com os pais.


Longe dos olhos...


A experiência do casamento com uma crente, diz Guilherme, foi transformadora. "Você não sabe como a mulher evangélica é muito melhor. Eu estou amando pela primeira vez." Sua índole mudou? "Não.


O evangélico tem consciência de que a carne ministra contra o espírito e que é preciso conter isso. Quando você me rondou para dar a entrevista e pensei que poderia ser mais um repórter disposto a fazer o mal, meu primeiro ímpeto foi te odiar." Você se considera um assassino? "Andei fora do caminho de Deus. Na nossa igreja não existe pecadinho e pecadão. Todos estão perdoados, a partir do momento do batismo, mas perdoados por Deus. Na rua, pode-se continuar a pagar..." Enquanto paga, ele se tranqüiliza com uma certeza inexorável: "Daqui a cem anos, tudo estará resolvido".
Fonte: PAULO SAMPAIO
Enviado especial a Belo Horizonte da Folha de S. Paulo

Daqui a cem anos tudo estará resolvido? Como assim? Quer dizer que daqui a cem anos, quando  ele assim como muitos de nós não estará  mais aqui, será considerado inocente, não meu camarada, a justiça aqui na terra pode ter falhado, mas a divina não, daqui à cem anos você certamente estará no inferno.
Divulgação/TV Globo e Folha Imagem
Agora eu pergunto, é justo isso?  Segundo a autora Glória Perez em entrevista a revista Trip, no ano de 2009, revelou que uma facção criminosa se ofereceu para matar Guilherme de Pádua e Paula Thomaz ou Paula Nogueira Peixoto, ou seja como for, enfim, bastaria que Glória falasse apenas uma palavra em alguma entrevista na TV, que nada mais era do que uma senha para que a dupla que assassinou sua filha fosse morta em menos de meia hora, a autora por sua vez afirmou que passou a se policiar para não falar a tal senha publicamente e diz ter até hoje as tais cartas enviada pela facção. 
Pois é, antes de eu concluir, já imaginou se isso acontecesse com um dos filhos dos assassinos, tomara Deus que isso nunca venha a acontecer, já que os filhos são inocentes, e não merecem jamais em hipótese alguma, repito, em hipótese alguma,  pagar por aquilo que os pais cometeram, mesmo que os assassinos  não tenham sido punidos como deveriam, e aí, se isso um dia viesse a ocorrer, como eles(os assassinos) poderiam brigar, lutar, pedindo por justiça?   
Por lei, até poderiam, mas certamente a justiça iria falhar mais uma vez arquivando tudo como de costume e eles ficariam igual à nossa querida Glória, com a dor, a eterna dor de perder um filho, sangue do seu sangue, com uma carreira brilhante, e um futuro promissor, interrompido graças à esses dois monstros. 
Esse post nada mais é do que um desabafo meu, pessoal, desabafo pelo qual já queria fazer há muito tempo, as opiniões citadas aqui não expressam à do nosso blog, mas sim às minhas opiniões em relação à esse caso, portanto me responsabilizo por cada palavra que escrevi aqui e só para encerrar  se me perguntarem aqui nesse post de que lado eu estou (caso  por ventura venham à me perguntar) direi apenas uma coisa:
"Estou do lado da justiça, ou seja, do lado de Glória e Daniela Perez, mesmo que essa justiça falha, mas ainda tenho a esperança de que um dia ela será feita."
Abaixo confissão de Paula sobre quem realmente é esse assassino:

E aí depois disso, o que você tem a dizer?

© Cinequarto

Saiba como vivem hoje os assassinos da saudosa atriz Daniela Perez