Pegando o rumo- Saindo de casa

24/08/2013

Sábado:
Estamos aqui com o primeiro de vários posts que virão por aí do Pegando o Rumo, onde aqui eu, Júnior Grigolo, vou dividir com vocês um pouco da minha experiência, após ter até que enfim saído da casa dos meus pais e ter conquistado minha independência tanto pessoal, como financeira, sim, pois ao contrário de alguns posts que você encontra na web com dicas para quem quer morar sozinho, onde algumas pessoas relatam a sua "Independência", mas com a grana dos pais, os posts no qual publicarei aqui relata minha experiência pessoal e verdadeira sobre um cara que realmente saiu da casa dos pais e ta se virando com seu próprio dinheiro, lavando sua própria roupa e se preocupando com as contas no final do mês, e não como alguns casos que os filhos saem de casa,  os pais pagam um apê, mais uma empregada para limpar e lavar roupa do seu "filhinho" e ainda  o carinha depende de mesada do papai, não.
E  o primeiro tema de hoje é, como pegar o rumo.
Pegando o rumo
Pegar o rumo nada mais é do que você ter atitude, tomar a decisão certa e dizer, eu posso e vou deixar de ser sustentado pelos meus pais, e vou ser independente, na moral, não tem nada pior do que você ser regrado pelos seus pais e controlado tanto nos horários e ter que dar explicação sobre tudo, pegar o rumo, é você ter coragem é fazer a coisa certa, é um planejamento sem volta, ou seja, a partir do momento que eu saí da casa dos meus pais eu tenho que ter a consciência que não posso mais depender deles, para nada, o aluguel atrasou? O problema é seu não de seus pais. A conta de água e de luz veio acima do que esperava? O problema é seu e não de seus pais. Falta comida no seu armário? Se vira.
Antes de mais nada tenha em mente um planejamento, será que eu tenho condições de me sustentar? Já tenho um emprego em vista? Meu salário será suficiente para cobrir minhas despesas? Tenho um lugar para morar? Tenho móveis para começar?  Enfim, você tem que pensar em tudo, quando eu decidi sair da casa dos meus pais, eu sabia que teria que mudar de cidade, então isso teve um lado bom e um lado ruim.
O lado bom é que morando em outra cidade eu não teria como correr para casa dos meus pais caso surgisse algum problema, e isso faria de mim um cara responsável e 100% independente, no começo eu dividi o aluguel com minha irmã, e nós dividíamos as despesas, mas não me sentia independente, pois na verdade eu dependia de minha irmã para me ajudar em algumas contas e ela de mim.
Mas para dar o pontapé inicial rumo à minha independência já foi um começo, e então como já tinha minha irmã que morava em outra cidade, e nessa cidade já tinhas algumas propostas de emprego não pensei duas vezes, fiz as mochilas e fui embora da casa dos meus pais.

Começo difícil
No começo tudo parece difícil, afinal, a sua rotina muda completamente, você tem que se adaptar com tudo, com a nova cidade, tem que já de cara procurar emprego e já procurar um lugar para morar, então assim que cheguei na nova cidade já tratei de tudo isso. Tive sorte de conseguir emprego já na primeira semana e também conseguimos uma casa  para morar, eu e minha irmã, a casa é pequena mas é confortável e o aluguel condiz com o salário que eu recebo. Então morei com minha irmã alguns meses, era muito bacana, mas, como disse antes, ainda não me sentia independente. No começo a maior dificuldade é você encontrar amigos e também de se adaptar no novo lar, tudo é estranho e a saudade da família e amigos que você deixa vai aumentando. Os 3 primeiros meses são os mais difíceis, passado isso, você vai em frente.

Morando sozinho
A maioria das pessoas que saem de casa, geralmente dividem um apê ou uma casa com outro amigo(a), parente, como foi meu caso que dividia com a minha irmã, então minha irmã engravidou e como a casa era pequena demais, resolveu sair e eu fiquei morando na casa sozinho, minha irmã até queria que eu fosse morar com ela na sua casa nova, no começo eu estava meio receoso, e até tinha decidido aceitar seu convite, calculei o meu salário, mais aluguel, mais despesas umas 1000 vezes, então, como vi que eu realmente poderia me sustentar, sem a minha irmã morando comigo, dividindo as despesas, resolvi tomar mais uma decisão difícil e recusei o convite, e então, passei a morar sozinho.

Ajuda são sempre bem-vindas
Então dividimos eu e minha irmã algumas coisas que tínhamos na casa e o resto de móveis contei com a ajuda de parentes e amigos que doaram, isso foi desde o começo quando eu fui para a nova cidade, sempre teve um e outro que emprestava um banco, ou uma mesa, ou doava uma panela, um prato, enfim, uma dica bacana para quem quer morar sozinho, ajudas sempre são bem-vindas, nunca recuse uma panela, um garfo, um copo, seja como for e o que for, isso será muito útil na hora que você estiver morando sozinho, então, se alguém quiser lhe doar um banco, uma mesa, uma cadeira, mesmo que ela não esteja em bom estado, aceite, pois ela irá ajudar e muito no começo, afinal, você está começando do zero, e a grande maioria não tem condições de mobiliar uma casa, à não ser que você  ainda depende da mesada do seus pais, o que não é o caso desse post.

Enfim independente
Depois de ter finalmente ter conquistado minha independência de verdade, a partir daí, começa uma longa batalha, a partir de agora, eu faço meus horários, eu faço minha própria comida, eu lavo minha roupa e eu tenho sim, que ir ao supermercado(Coisa que eu realmente não gosto), eu tenho que ir pagar minhas contas, tenho que aprender a controlar meus gastos e tudo mais, a partir de agora, a casa é minha, Uhú! Mas não pense que a casa é só sua e ela vai virar uma zona, não, na próxima semana voltaremos e iremos falar sobre tudo isso, sobre horários, casa só minha, gastos e etc, sexta-feira que vem continuamos com a série: Pegando o rumo.

Texto: Júnior Grigolo

© Cinequarto

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