Afeto de mãe faz efeito a longo prazo

11/05/2014

Marisa, Raquel e Sophia: valores e princípios maternos que ultrapassam gerações 
 
Mãe que é pai, pai que é mãe. Não importa. Atualmente, o retrato das famílias não se resume a um homem e uma mulher com a responsabilidade de criar os filhos. Pode ser uma avó, um avô, dois homens, duas mulheres, apenas um pai etc. Mas em todos estes lares existe uma figura imprescindível: a figura materna. 
Qualquer que seja a situação, há sempre alguém que assume a função de mãe e zela pelo lar e pelos filhos. “A mãe não é só aquela que gera, mas aquela que dá amor, que dá afeto nos primeiros momentos de vida do indivíduo e, aconteça o que acontecer, ela sempre estará presente para proteger os filhos”, explica o professor de filosofia Antonio Carlos da Silva Barros.
 
Para ele, existe uma natureza na relação entre mães e filhos que ninguém consegue explicar, e o afeto passado da mãe para o filho é carregado pelo resto da vida.  
 
Na maioria das vezes não falta ao filho o amor de mãe, mas falta à mãe o amor de filho. Muitos deixam seus pais em asilos e não se importam. Porém, quando forem pais, vão entender a gravidade do que fizeram. “É difícil cuidar de pessoas idosas? Sim. Mas eu não tenho o direito de negar cuidado a quem cuidou de mim. Não tenho o direito de tirar essas pessoas do convívio familiar. A ausência de afeto familiar abala o indivíduo. 
 
Mesmo aqueles que não receberam o afeto materno devem tentar praticá-lo com seus filhos. Porque, apesar do vínculo entre mãe e filho existir, muitas não conseguem...  Continue Lendo

Fonte: JCNET 
© Cinequarto

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